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domingo, 6 de outubro de 2013

GARIMPANDO A POESIA


GARIMPANDO A POESIA
Alto de Vieira, 24/03/95
de  MArcelo GEsta



Onde quer que eu esteja andando

Ainda que preocupado

Em como começar estou pensando

Algo que me deixa compenetrado


Não importa o lugar

Se é feio ou belo

Eu quero é destilar

O sentimento que eu anelo


Se for noite ou dia

No mar ou na montanha

Tarde quente ou manhã fria

Escrever é a façanha


Contando histórias ou descrevendo cenas

Até sobre gente má ou boa

Quero abrir o coração apenas

E não deixar a mente á toa


Das idéias, palavras extrair

Que expliquem situações

Tentando ao máximo exprimir

Esta usina de emoções


Sim, a poesia estou garimpando

No exercício do romantismo

O momento e a imagem degustando

Com autenticidade e altruísmo


Minha obra e minha rima

Têm uma virtude de ser

Feita em prol da estima

Não do que quero dizer


Mas, o que quero demonstrar

Não é fácil de se explicar

Pois é algo sem par

Deus é quem eu quero louvar!


Não tenho razão de ser

Se não for para descrever

O que não pode se ver

Mas, que é possível de se ter


A certeza de um DEUS supremo

Que de tudo é o autor

E com seu poder estremo

Nos deslumbra com seu amor

Querido amigo,

Enquanto aqui serei para Ti

Mas, quero um dia estar contigo

Contemplando para sempre ao que nunca vi.

 ***

Á todos aqueles que se empenham na Obra de DEUS, seja com risos ou com lágrimas, nos momentos de tristeza e nos momentos de alegria.